,Entrevista sobre Hakim Bey e as zonas autônomas temporárias – Com Alan dos Santos

Por Marcio Tito e Alan dos Santos Referência na GlitchArt, Mathieu Pierre resignifica retratos numa estranha equalização entre ruído e cor ,Hakim Bey e a tática das zonas autônomas temporárias (TAZ) Recomendamos também a leitura do ensaio acima. É uma análise do professor Alan acerca da obra central na produção de Hakim Bey, a TAZ. Ensaio… Continue lendo ,Entrevista sobre Hakim Bey e as zonas autônomas temporárias – Com Alan dos Santos

,A moça e o porco – Contradições de uma feminista leitora de Bukowski

Por Flavia Alves Linda King e Charles. Mulher de grande importância e inspiração na vida do escritor Olha Charles, eu te escrevo para contar que acabo de terminar aquele seu livro chamado Mulheres e confesso que tive dificuldades em te resenhar. O caso é que eu andei comprando umas brigas por aí quando cancelaram a… Continue lendo ,A moça e o porco – Contradições de uma feminista leitora de Bukowski

,Hakim Bey e a tática das zonas autônomas temporárias (TAZ)

Por Alan Santos. Editora Conrad Lembro-me bem da ocasião em que comprei o livro da TAZ, escrito pelo ativista e livre-pensador Hakim Bey, publicado em 2011 pela editora Conrad na encantadora coleção Baderna, com tradução de Renato Rezende. Gostei tanto do conteúdo que acabei por comprar outras três edições nos anos seguintes (Deriva / Monstro… Continue lendo ,Hakim Bey e a tática das zonas autônomas temporárias (TAZ)

,Forjada na prática antropófoga! – Uma entrevista com Isabela Mariotto

Por Marcio Tito. Um clássico da cultura brasileira digital e não - A Vida de Tina. Por Isabela Mariotto e Julia Burnier Poucos fenômenos culturais foram capazes de transformar a contradição de um país em verdadeira arena de debates. Contudo, nenhum fenômeno desponta sem que exista uma linha verdadeiramente original antes do sucesso. Isabela Mariotto,… Continue lendo ,Forjada na prática antropófoga! – Uma entrevista com Isabela Mariotto

,Claudio Naranjo – A educação para curar as pessoas

Por Miguel Vicentim. Revisão: Bruno Soares Oliveira. Retrato de Claudio Naranjo Jiddu Krishnamurti já dizia em meados do século XX que não é saudável uma pessoa estar adaptada a uma sociedade doente. Krishnamurti, assim como Osho, são pensadores indianos que obtiveram bastante sucesso no ocidente, especialmente no período pós Segunda Guerra Mundial. Era o momento… Continue lendo ,Claudio Naranjo – A educação para curar as pessoas

,A Internet contra a Revolução Industrial – ou como as identidades pós-modernas criaram novos mercados artesanais

Por Marcio Tito. Revisão: Aline Machado. Este texto transforma em unidade períodos entre 1760 (início da Revolução Industrial) e 1962 (Latas de Sopa Campbell - crítica estética de Andy Wharhol ao flerte entre as artes e a massificação de produtos pela publicidade e o capital). Passando pelos séculos 18, 19, 20 e 21, em uma… Continue lendo ,A Internet contra a Revolução Industrial – ou como as identidades pós-modernas criaram novos mercados artesanais

,Kant: Uma breve introdução, por Raul Barcelo

Por Raul Barcelo. Revisão: Aline Machado. A Moral Kantiana, o normal, a boa vontade e a liberdade Immanuel Kant - Retrato PopArt O presente texto não pretende ser um texto científico ou um manual da filosofia kantiana. Ao contrário, se trata de uma pequena abordagem da filosofia kantiana e como ela está presente no nosso… Continue lendo ,Kant: Uma breve introdução, por Raul Barcelo

,Documento Produção. Aproximações e tensões entre o presencial e o digital

Por Marcia Marques. Primeiros na pausa. Últimos na retomada. Este documento de raríssima multiplicidade procura apresentar de modo breve, porém analítico, alguns comentários e outras intuições acerca do trabalho de produzir festivais num distante país chamado Brasil. As tensões e semelhanças do momento aparecem enquanto estertores de uma atividade fundamental, legítima e da maior importância.… Continue lendo ,Documento Produção. Aproximações e tensões entre o presencial e o digital

,O que é a pós-modernidade?

Por Alexandre Gnipper. Um símbolo para o parto da pós-modernidade: o muro de Berlim, vencido e reaproveitado enquanto suporte para uma arte livre, popular, urbana e colorida. O uso do prefixo pós (em pós-modernidade) indica um passado (a própria modernidade) que se desfaz e, ao mesmo tempo, apresenta também um futuro - a pós-modernidade em… Continue lendo ,O que é a pós-modernidade?